AnkyroSeguro viagemCoreia do Sul
Seguro viagem para a Coreia do Sul.
A Coreia não pede seguro aos turistas, e o sistema nacional não é para viagens curtas. Os hospitais esperam pagamento na hora, e você pede o reembolso depois.
As regras
Coreia do Sul: o que exigem dos visitantes.
Verificado em fontes oficiais em 23 de outubro de 2026. As regras de entrada mudam, então confira de novo antes de embarcar.
- Não é exigido na entrada
Visitantes sem visto podem ficar até 90 dias para turismo ou negócios curtos. O seguro não está na lista de entrada.
Fonte: gov.uk - K-ETA antes do voo
A maioria dos visitantes sem visto precisa da aprovação do K-ETA antes de embarcar. Alguns, como os britânicos, estão isentos até 31 de dezembro de 2026.
Fonte: gov.uk - O seguro nacional é para estadias longas
Estrangeiros entram no National Health Insurance Service depois de 6 meses na Coreia. Um turista não está coberto.
Fonte: global.lockton.com - Visto workation: 100 milhões de wons
O visto de nômade digital F-1-D exige um plano privado com pelo menos 100 milhões de wons de cobertura para tratamento e transporte para casa.
Fonte: overseas.mofa.go.kr
Quanto custa o atendimento
Se algo der errado, esta é a conta.
O que um visitante paga sem seguro. Os preços variam de hospital para hospital e mudam todo ano.
- Você paga no balcão
O pagamento é esperado na hora do atendimento. Os hospitais coreanos não cobram direto das seguradoras, então você paga e pede o reembolso depois.
Fonte: travel.gc.ca - Bom atendimento, mas caro
O atendimento médico e odontológico costuma ser de bom nível, mas pode ser caro. A equipe pode não falar inglês.
Fonte: gov.uk
No que prestar atenção
Coreia do Sul: como escolher o seguro viagem.
A Ankyro verifica cada um destes pontos em todos os planos, para você não precisar ler as letras miúdas.
- Reembolso rápido
Você paga toda conta antes. Escolha um plano com pedido de reembolso online simples e pagamento rápido.
- Evacuação e repatriação
Confira se o plano pode transferir você ou levar você para casa num caso grave.
- Cobertura para esqui e trilhas
Esportes de inverno e trilhas de montanha costumam ser extras. Inclua-os se você pretende esquiar ou fazer trilhas.
- Tratamento planejado
Planos de viagem não pagam cirurgias planejadas nem procedimentos estéticos. Se você vai para um tratamento, confira quais complicações são cobertas.
Antes de chegar
Resolva isto antes de embarcar.
- Emergência: 119
Ligue 119 para ambulância ou bombeiros, e 112 para a polícia. Um intérprete pode entrar na ligação.
- Internet no celular
Ative um eSIM ou alugue um chip local no aeroporto, para mapas e ligações para a sua seguradora.
- Leve suas receitas
Leve uma receita em inglês dos seus remédios, e guarde pequenas quantidades na bagagem de mão.
Erros comuns
3 que vemos o tempo todo.
- 01Esperar usar o seguro nacional da Coreia nas férias. Ele é para quem fica 6 meses ou mais.
- 02Esquecer o K-ETA. Confira se o seu país precisa dele antes de reservar.
- 03Jogar fora os recibos. Você paga antes, então precisa de todo recibo e relatório para pedir o reembolso.
O seguro viagem acaba quando a viagem termina, e a maioria dos vistos para morar no país (Coreia do Sul) não o aceita. Veja as regras para residentes: Coreia do Sul.
Perguntas
Outras pessoas também perguntam.
Preciso de seguro viagem para a Coreia do Sul?+
Não é exigido na entrada. Mas os hospitais querem pagamento na hora, então ter cobertura é prudente.
Turistas podem usar o seguro saúde nacional da Coreia?+
Não. Estrangeiros entram nele depois de 6 meses na Coreia. Turistas pagam a conta inteira.
Qual é o número de emergência na Coreia do Sul?+
Ligue 119 para ambulância ou bombeiros, e 112 para a polícia.
Os hospitais coreanos aceitam seguro viagem?+
A maioria não cobra da sua seguradora. Você paga, guarda os recibos e pede o reembolso.
Outras viagens
Vai para outro lugar?
Vai visitar Singapura? O atendimento é excelente e caro. Mora aqui e vai viajar? O MediShield Life não paga no exterior. Veja o que conferir.
02Visto SchengenO visto Schengen exige um seguro viagem médico de pelo menos 30.000 euros, válido em todos os países Schengen, com repatriação. Veja o que é aceito e o que não é.
03MalásiaVai visitar a Malásia? Hospitais públicos cobram preço cheio de estrangeiros. Mora aqui e vai viajar? Sua cobertura local fica no país. Veja o que conferir.
04TailândiaA Tailândia não pede seguro aos turistas. Mas os hospitais querem uma garantia de pagamento antes de atender, e o atendimento privado não é barato. Veja o que saber.
05JapãoO Japão ainda não pede seguro aos turistas. Mas o visitante paga a conta inteira, e contas não pagas podem fazer sua entrada ser negada na próxima vez. Veja o que saber.
06Estados UnidosOs EUA não pedem seguro aos visitantes. Mas poucos dias no hospital podem custar mais que um carro. Veja quanto custa o atendimento e o que um seguro para visitantes deve cobrir.
07Bali e IndonésiaA Indonésia ainda não pede seguro aos turistas. Mas uma perna quebrada em Bali pode custar mais de 160 milhões de rupias, e casos graves podem exigir um voo para fora. Veja o que saber.
08Dubai e Emirados ÁrabesA lei de Dubai diz que visitantes devem ter seguro, e o visto de turista de 5 anos pede comprovante. O atendimento é bom, mas privado, e uma conta não paga pode impedir sua saída.
09VietnãO Vietnã não pede seguro aos turistas. Mas hospitais privados custam caro, e um acidente de moto pode impedir você de sair do país. Veja o que saber.
10EspanhaO atendimento público na Espanha é grátis com o cartão europeu EHIC ou o britânico GHIC. Clínicas privadas, dentista e o voo para casa não são. Veja o que o cartão deixa para você.
11MéxicoO México não pede seguro aos turistas. Os hospitais privados das grandes cidades são bons, mas a maioria quer pagamento antes, e o Medicare americano não paga.
12FrançaO atendimento na França não é grátis, nem com o cartão europeu EHIC ou o britânico GHIC. Você paga antes, recebe parte de volta, e o voo para casa nunca é coberto. Veja o que conferir.
13ItáliaO cartão europeu EHIC e o britânico GHIC funcionam no sistema público da Itália, mas você ainda paga taxas, a maioria dos remédios e qualquer médico particular. Veja a conta que o cartão deixa para você.
14AlemanhaCom o cartão europeu EHIC ou o britânico GHIC, a maior parte do atendimento na Alemanha custa pouco. Extras privados, resgate na montanha e o voo para casa ficam com você. Veja o que conferir.
15PortugalO atendimento público em Portugal é quase todo grátis com o cartão europeu EHIC ou o britânico GHIC. Clínicas privadas, remédios e o voo para casa não são. Veja o que conferir antes de viajar.
16Costa RicaA Costa Rica não pede seguro aos turistas. Só o primeiro atendimento de emergência é grátis, clínicas privadas querem pagamento antes e a prorrogação tem regras próprias.
17ColômbiaA maioria dos turistas não precisa de visto nem de seguro para a Colômbia. Se você precisa de visto, o seguro faz parte dele. Clínicas privadas querem pagamento antes.
19Working holiday AustráliaOs vistos 417 e 462 não obrigam você a contratar seguro saúde. Mas você paga todas as contas médicas, a menos que o seu passaporte dê acesso limitado ao Medicare. Veja quem tem cobertura e o que contratar.
20Working holiday Nova ZelândiaA maioria dos vistos working holiday para a Nova Zelândia exige seguro médico e hospitalar para toda a estadia, e podem pedir o comprovante quando você chegar. Veja quem é isento e o que contratar.